domingo, 29 de agosto de 2010

Comparações – O tempo dirá; e quem se importa?

No início da década de 40 um homem estampava a capa das principais revistas e era a principal notícia de todos os jornais da Europa e do mundo, evidenciando uma relação que muitos nomearam como “Cor de Rosa” ao relatar um dos maiores nomes da guerra no momento: Joseph Stalin.
Claramente, mais tarde, ficou evidenciado  que jamais aquele homem fora digno de honra alguma.

Hoje, 70 anos depois um nome tenta elevar-se além dos demais, e está conseguindo, o porquê não cabe aqui relatar, nem mesmo a idéia aqui é comparar este com aquele. O que busco é mostrar que o mundo se engana fácil, ou pior ainda, no caso atual, isto se dá, ou por trás disso, se esconde uma falta total de idealismo patriótico, afinal a política perdeu todo o espaço para a busca desenfreada ao lugar mais cobiçado hoje entre a casta que realmente governa o mundo; ou seja, ser, ter ou estar à frente de algum empreendimento de destaque mundial.

O mundo hoje vive de situações pontuais que chamem atenção, e esta atenção pode ser despertada independente do porque, desde que eleve seu mentor ao topo momentâneo, e por outro lado, se este não tiver opositores, ou se o que se esta tentando alcançar de forma alguma está sendo prejudicado pela matança, ou pela covardia ou inépcia do outro que por sua vez também tenta; isso pouco importa; assim todos seguem na sua tentativa covarde e egoísta.

Somente algumas décadas depois a verdade, no caso do nosso primeiro personagem, veio a tona. Como já disse e vou me repetir, aqui a comparação visa apenas demonstrar que não estamos dormindo. (que não somos coniventes com todo este estado de coisas) Então se passará também um tempo enorme até que a realidade do nosso segundo personagem seja revelada, talvez nem mesmo seja, porque neste caso trata-se de mundos e personagens muito aquém (desimportante) da Segunda Guerra.
A busca do metalúrgico que nunca trabalhou a não ser para ser eleito e manter-se o maior tempo possível em evidência, provavelmente não desperte o interesse de ninguém, ou cairá – quando alguns enfim se derem conta - na expressão que ouvi hoje no documentário quando o todo poderoso Winston Churchill referiu-se, quando cobrado muito mais tarde, ao massacre onde Stalin ordenou que toda a cúpula da Polônia fosse eliminada,  “Não queria na época banalizar futilmente sobre o assunto”.
O faço agora, no nosso caso; só.

O humor na política foi liberado

A partir de ontem, dia 26, os candidatos às eleições desse ano de 2010, as coligações e os partidos podem ser transformados em temas dos programas humorísticos das emissoras de televisão e rádio.
Agora, os efeitos de norma que determinavam que a partir de 1º de julho de ano eleitoral as emissoras ficavam proibidas de “usar trucagens, montagem ou outro recurso de áudio ou vídeo que, de qualquer forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido ou coligação”, ficam suspensos.
A liberação, em caráter liminar, foi do ministro Ayres Brito, do Supremo Tribunal Federal (STF), que deverá ser analisada, no mérito, pelos outros ministros.
“Considera-se conduta vedada, aferida a posteriori pelo Poder Judiciário, a veiculação por emissoras de rádio e televisão, de crítica ou matéria jornalística que venham a descambar para a propaganda política, passando, nitidamente, a favorecer uma das partes na disputa eleitoral, de modo a desequilibrar o ‘princípio da paridade de armas’, afirmou o ministro Ayres Brito sobre a nova interpretação para esse dispositivo.
A decisão do ministro deve ser recebida com bons olhos. Entretanto, como as emissoras que mais usam esses programas carregam a subjetividade reacionária da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), comandada pela Globo, inimiga (estas, de forma alguma são palavras minha) do número 1 dos governos populares, como o de Lula, essa liberação veio apenas liberar oficialmente o que os alienados “humoristas” dessas emissoras já faziam. Exemplo é constatado no Casseta e Planeta, o signo do humor burguês deprimido.
Texto retirado de uma de tantas de páginas que comentaram o assunto na Net.

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Não é uma questão de liberdade de expressão, é claro que isto conta, mas a principal preocupação daqueles que podem ou tem direito a modificarem as leis são duas, agravadas pelo histórico de corrupção dos envolvidos.

Primeiro que nossos humoristas na sua maioria são analfabetos, iletrados e aculturados; perdedores, que, na escola ao sobressaírem-se fazendo piadinhas dos colegas, acabaram, - devido a outros perdedores que os incentivaram – tomando gosto pela coisa nojenta de avacalhar com a vida alheia de qualquer maneira. Posando então de profissionais do humor; envergonham essa classe que tantas sumidades já deu ao mundo, humoristas verdadeiros que fizeram rir milhões, apenas deixando aflorar a originalidade, a simplicidade que, por sua vez, trazia a toda o melhor do entretenimento nos seus admiradores dada a descontração e o riso fácil despertado no público.

Imaginando então estarem se baseando no que deveria ser a arte do humor, ao contrário do que poderíamos pensar; não exageram; não. A verdade é que não entendem nada da arte do humor, e então caímos na segunda situação onde a primeira se junta a lambança dos fichas sujas (podres), porque não é preciso nem mesmo ser do meio humorístico para transformar o que assistimos diariamente em riso fácil... triste, nervoso, melancólico, mas fácil.