segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A malas que vem de trém

"Fantástico" tem pior desempenho desde 1973

Com certeza a noite do último domingo (25) vai entrar para história do "Fantástico". Mas não de uma forma positiva. A revista eletrônica da Globo registrou sua pior audiência desde sua estreia, em 1973.
A atração alcançou apenas 16 pontos, segundo dados prévios do Ibope na Grande São Paulo. De acordo com o colunista Lauro Jardim, da revista "Veja", a média é a mesma do "Programa do Gugu", que teve seu melhor desempenho desde que Gugu Liberato estreou na Record, em agosto.

Informação retirada de uma página qualquer da NET.

Quem sabe agora mude alguma coisa. Por exemplo; patricinhas estudandes de moda usando a mesma roupa por 21 dias sem criatividade alguma, me admira a Glória Kalil se prestar a um papel destes. Sempre me pareceu ela ser uma mulher de classe.
Talvez nem mostre os vídeos de amadores imitando um filme que por sí só foi uma vergonha, e agora este programa que vai de mal a pior insiste que frequentadores de Lan's postem suas besteiras também nele.

Não vou insistir aqui em como foi mediocre o programa de ontem, apenas quero fazer este registro e quem sabe ver acontecer o que diz o dito popular: "Há males que vem pra bem". Só nos resta esperar

sábado, 24 de outubro de 2009

Solução para o excesso de fiscalização


“Não é fácil, não é fácil governar um país, um estado e uma cidade com a poderosa máquina de fiscalização que nós temos e a pequena máquina de execução”


“Pessoas, às vezes, de quarto escalão resolvem que não pode fazer e acabou. Às vezes, uma pessoa lá nos confins de um estado qualquer tem mais poder do que o presidente da República, do que uma reunião de ministério”


"não acho que o papel da imprensa é fiscalizar. É informar"


Estas são palavras do presidente Lula nesta sexta feira 23/10/2009, retiradas de uma página qualquer da NET.


Entendo que poderão dizer que, “uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa”, aqueles acostumados a apenas assistirem as barbaridades ditas por todos estes nomeados representantes, especialistas, doutores ou falando aos mais estudados, eruditos do país, tranqüilizando-se ou tranqüilizando alguns de estado mais agitado, com os apropriados, e é claro, surrado, mas sempre eficientes chavões; que: “nada pode ser feito”, “é assim mesmo que funciona”, “tudo está perdido mesmo”, “o que nós que somos pequenos podemos fazer?”, “não foi bem isto que ele disse”, “você está levando isto muito a sério”, “foi apenas um desabafo”, etc, etc, etc, nessa ordem, ou também, que preferem mesmo é, acomodar-se no entendimento (em alguns casos leia-se conivência) demagogo, prestando-se mais uma vez ao papel nojento de ignorar a realidade, quando por ventura virem a ler este meu protesto.


Independente disto ou daquilo, após assistir a este discurso do nosso representante maior, ao qual Arnaldo Jabor, dono de um entendimento claríssimo e sensato o coloca sempre no seu devido lugar, quero nomear alguns pontos onde a fiscalização tem sido negligenciada neste país, e talvez dar uma idéia para o presidente; como ele tem um certo poder de mudar as pessoas de lugar; que dê um novo destino a estes que estão atravancando o seu processo eleitoreiro de inaugurar ponte em rio seco, expediente já usado no tempo do meu avô, porém ainda bastante eficiente num país desgraçado como o nosso, e então possa ele governar ainda mais ao seu bel prazer.


Caríssimos representantes “ilegais” do estado; mudem de posto estes fiscais (abaixo relacionado) que estão a atrapalhar a máquina eleitoreira e os enviem para os deficientes postos que estão jogados às moscas, ou por motivos outros, nos parece, há muito que: ou pararam de funcionar ou por algum motivo que não nos é claro, funcionam muito mal. Quem sabe assim não resolvemos o problema do presidente?

1. Para a área de fiscalização que cuida da entrada irregular de armas no país;
2. Para a área de fiscalização que regulam a derrubada de árvores no país;
3. Para a área de fiscalização que cuida do desmatamento irregular nas nascentes, beira de    rio ou dos milhões de outros hectares;
4. Para a área de fiscalização que restringe a caça ilegal no país;
5. Para a área de fiscalização que deve coibir a captura de pássaros silvestres;
6. Para a área de fiscalização que regula a sobretaxa de preço nos produtos;
7. Para a área de fiscalização que deve atender e proibir os desmandos e tratamento desumano em farmácias e hospitais, principalmente àquele dado aos velhos, crianças e gestantes;
8. Para o local de onde possam fiscalizar o desmando nos órgãos públicos;
9. Para a área de fiscalização onde são destinados aqueles que devem coibir o envio de produtos ligados a fauna, flora e botânica para fora do país;
10. Para a área de fiscalização onde foram nomeados para conter o abuso do poder público;
11. Para a área de fiscalização que deveria cuidar da entrada irregular de divisas no país, ou da saída dela;
12. Para a área de fiscalização que cuida da entrada irregular de armas no país, (acho que esta está sob controle), vamos a outras;
13. Para a área onde fiscalizam as escolas públicas e privadas de uma forma geral;
14. Para o posto onde funcionem as CPI’s, ou pelo menos deveriam funcionar;
15. Talvez alguns profissionais possam dar uma força no combate as drogas, apenas um reforço, nada muito sério;
16. E é claro, mas não finalmente, para Brasília de uma forma em geral.

domingo, 18 de outubro de 2009

A televisão como agente nocivo



Ao assistir domingo no programa intitulado como “revista virtual”, - se não me engano era 11/10 – uma matéria sobre a matança de golfinhos pelo mundo; fazem todos, - os envolvidos na reportagem - uma demonstração clara de que a intenção de mostrar as cenas horríveis, as quais; faz com que os verdadeiros interessados em ver um termo no sacrifício destes seres, por alguns considerados ainda mais inteligentes que o próprio homem, não consiga manter o vídeo ligado; é, de alertar a população sobre o sofrimento desumano imposto àquela espécie, etc, etc, etc, e toda aquela baboseira nessa ordem.

Após desligar a TV, já nas primeiras cenas, como um observador não apenas crítico, mas também realista, de pronto observo novamente os dois pontos mais fortes nisso tudo, ou nesse tipo de “alerta”, “conscientização”, que tentam estes, que se denominam geralmente como sendo os portadores do último, ou único baluarte da esperança humana, esconder.

Primeiro a demagogia, que já lhes é patente, é disfarçada com o sorriso muito branco de repórteres que não possuem muito mais que isso e palavras bem colocadas para um leigo. Soma-se a isso, todo aquele teatro de jogo de cena e edição que iludem as marionetes que assistem, prestando atenção apenas naquilo que os profissionais por trás do engodo buscam manter, enquanto ao largo passa despercebido o verdadeiro significado destes veículos de comunicação: são eles; o sinônimo mais contundente que existe associado à palavra caos.

Depois me ocorre a idéia mais funesta de todas, e que, - talvez tenha adquirido eu uma patologia, pois isto tornou-se um padrão em minha crítica e por isso também, nada do que digo aqui deva fazer sentido, afinal trata-se apenas de uma disfunção, uma opinião que deveria ser avaliada talvez, por especialistas estudiosos deste tipo de moléstia – se faz sempre presente quando estou frente a um aparelho onde esteja sendo exibido algum programa, principalmente em canal aberto, que é acreditar que o fato de estarem movimentando cabos, câmeras, gastando assim milhares de dólares apenas para alertar o mundo sobre um determinado assunto, é apenas uma grande farsa. No mundo globalizado, no mundo movimentado pelo capital, no mundo dos negócios onde o tempo foi transformado em moeda de troca, é impossível que algo seja movimentado, muito menos por mega especuladores, sem que exista algum tipo de ganho extra.

E como é possível juntar um ganho extra com um assunto que possa ainda, manter-me bem popular e ganhar prêmios pelo mundo?
Primeiramente; fazendo um programa de televisão que passe pelo crivo do telespectador desavisado.

A nocividade da televisão não é mais possível que seja parada, muito menos reparada, então cabe apenas assistir o degringolar humano a passos ainda mais largos que aqueles que eram dados apenas com a ajuda da religião e de governos insanos.

sábado, 17 de outubro de 2009

Regras sociais são um porre



É preciso ser muito macho para escolher a opção “Gay”

Admiro os adeptos do GLS, mas não por caridade, pena, ou para engrossar um pouco mais a lista daqueles que se dizem minorias; tenho-os em conta devido a sua coragem, principalmente a dos homens.

Primeiro porque é preciso que um homem seja muito macho para permitir, ou se esfregar em outro, e por outro lado; com tanta mulher linda por aí, escolher um barbado?

sábado, 10 de outubro de 2009

Só aparência


"Os outros só nos parecem grandes porque estamos de joelhos"
Ideologia Punk

Declaração de Paulo Coelho sobre 2016

Paulo Coelho falou algo sobre plantar bananeira na praia de Copacabana caso o Brasil conseguisse o tão almejado objetivo que é sediar pela primeira vez os jogos olímpicos na América do Sul.

Então temos mais uma lamentável aparição do mago da escrita, e mais uma vez poucos puderam constatar que mesmo tentando ser, - manter-se a altura de - um clássico intelectual respeitado mundialmente, ao buscar desesperadamente - leia-se oportunamente - resgatar as raizes da graça que precedem nosso nome lá fora, ao  fazer piada, não passa, - nosso ilustre cafona - ele próprio, de uma.

Não adianta Sr. Paulo Coelho: dinheiro, reconhecimento, conhecimento e pose, jamais combinarão com um intelecto de estilo próprio, nato – o fabricado não é puro, muito menos o copiado com propósitos escusos.

sábado, 3 de outubro de 2009

Seguir moda é falta de estilo

"Quem se veste de trapos bem lavados
se veste de modo asseado,
mas nem por isso deixa de estar vestido de trapos."

Friedrich Nietzsche